Reativando

É isso aí: depois de quase 2 anos surtei e decidi reativer o blog. Vamos arrumar a bagunça, atualizar as informações, mudar um cadinho o foco e chamar mais gente. Dessa vez, vai dar tudo certo! o/

Romance em RPGs

Eu estava lendo um artigo muito interessante no paragons sobre romance – e sexo nas aventuras de RPG, e o artigo era tão interessante – e importante que o Diogo sugeriu que eu postasse algo falando a respeito, e eu, é claro ADOREI a idéia, afinal, eu mal começo um jogo, e já estou pensando em um romance pra minha personagem.
Muita gente não gosta nem um pouco de romance (ou melação, ou “viadagem, ou frescura, ou seja lá como chamem) durante suas “másculas” aventuras. Em parte porque, sendo muitos grupos compostos apenas por homens, o preconceito os impede de serem carinhosos e simularem romance com um homem, ou então por acharam romance em rpg algo feminino demais. Ou, em parte pelo fato de a grande maioria dos grupos nem prestarem atenção na parte interpretativa, focando só em “dar porrada em todos os que aparecem na sua frente”.
Eu tenho a sorte de ter um grupo que não tem esses problemas: Sou a única garota, mas eles não têm problemas em dar em cima de um PM, têm lá suas relações sexuais(afinal, todo adulto tem uma vida sexual, especialmente se for um aventureiro), tem o clássico casal “novelinha” que todo mundo sabe que tem algo lá, mas eles nunca se resolvem, e, é claro, quase todos os caras dando em cima da minha personagem. E isso dá muito pano pra manga, e rende muitas risadas! Assim como o monge que não recusa os serviços de uma “profissional”, ou o mago elfo conquistador que tem sempre uma diferente em sua casa.
E então, uma pessoa ou outra pode pensar que desse jeito, toda união de um grupo pode ser focada nos interesses amorosos, mas não é assim. Afinal, tem sempre aquele companheiro que você considera irmão. Ou talvez, vc apenas considere uma pessoa aleatória que está sendo útil no momento. Ainda usando o meu grupo como referência, a amizade mais sincera, e desinteressada que há, e entre a elfa e o orc, que chegou ao ponto do orc dar conselhos amorosos para a elfa, e arrombar uma porta por ela ter ficado com ciúmes.
Bom, deixando de lado as relações bizarras de minha mesa, vamos tocar em outro ponto delicado que a autora tocou: o sexo. Ainda usando a minha mesa como exemplo, nós só tivemos um momento assim: O monge contratou os serviços, eles subiram. O mestre cortou a cena, e então ele já havia feito o que tinha ido fazer, e ela estava deitada sobre ele brincando com a trança. Mas é CLARO que nem sempre é essa breve descrição. Tudo bem que para os mais “puritanos” nem rola vc descrever tudo detalhadamente, mas algo mais… Minucioso faz tudo ser mais legal! Contudo, não podemos nos esquecer que não é nada legal transformar uma sessão de RPG em uma sessão de sexo verbal.
Outra sugestão interessante dada no artigo foi a de testes. Ou seja: Jogar o dado párea saber se haverá um momento de lazer ou uma grande decepção. Pessoalmente, acho que nem sempre tais testes são necessários, a final, as chances de um homem “decepcionar” à sua companheira são BEM menores do que uma em vinte. Agora, se forem casos extremos, como um cansaço insuportável, momento traumático, ou coisa parecida, um teste tornaria as coisas BEM mais engraçadas!! E, porque não um teste de fortitude entre o casal para saber em que “estado” eles sairiam? Claro, com direito a modificadores, que se encaixariam no conytexto. Isso daria situações beeeem engraçadas, como a virgem de constituição +0 desmaiando um bárbaro de constituição +4.
Pra quê tudo isso? Bom, isso é apenas uma tentativa de diminuir o preconceito com a interpretação. E com o amor. E com a interpretação do amor. Afinal, o amor é capaz de levar os personagens a sagas realmente épicas. Vide “O Silmarillion”, um dos livros de Tolkien. Nesse livro, Lúthien Tinúviel, juntamente com o seu amado, enfrenta diretamente Morgoth, o Senhor do Escuro (O CHEFE de Sauron), para conseguir uma das Silamrils e assim, poder ficar junto de seu amado. E é uma motivação tão intensa, que eles o derrubam, e roubam uma dessas Silmarils, que estavam incrustadas em sua coroa. Esse é apenas um exemplo de como um romance pode motivá-lo a fazer algo realmente grande.
O fato é que essa é a maior motivação que alguém pode ter. O amor é a força mais poderosa que move o ser humano; mais poderosa até do que a ganância. Afinal, o que é a ganância senão o amor ao dinheiro, poder, bens e afins? E o que é do ser humano(ou humanóide, pro caso de RPGs multiraciais) sem o amor, senão um,a casca vazia? Afinal,o objetivo do RPG é criar personagens profundos ou não?

Desculpa genteeeeeeeeeee

Peço UM MLHÃO de desculpas pelo meusumiço, mas tenho tido alguns problemas, e ummestre quetbmnão tem podido mestrar.
Mas PROMETO para vocês quelogo vai vir mtacoisa interessante em breve!
(Especialemnte se você gostar de elfos)
Peço mais desculpas ainda pq minha barra de espaços não tá funcionando direito!
xDDD

Lenórienn – O Paraíso Perdido

Em um dos meus lapsos de criatividade, eu acabei me imaginando como seria Lenórienn antes daquele desgraçado do Ironfist acabar com tudo. Abri o word, e comecei a escrever. Eu vou postar agora uma parte do que escrevi, com a introdução e como funcionava a organização política de lá.
Agradecimento especial ao Rogério Saladino, um dos responsáveis por ter me ocorrido essa idéia, e quem deu uma “revisada” no textoque eu escrevi, me mandando um arquivo com o que ele modificaria no texto.
Isso é tudo, pessoal!
^^

Lenórienn – O Paraíso Perdido

Na região sudoeste de Lamnor, dentro da floresta de Myrvallar, havia um pequeno paraíso. Um lugar onde os cidadãos costumavam se sentar às margens do rio apenas para observar a sua beleza, e se inspirar para compor as mais belas obras louvando o esplendor da natureza. Um lugar onde a harmonia dos seus habitantes com a terra era tão perfeita que era impossível distinguir onde começava a cidade e acabava a floresta. Havia. Pois esse paraíso foi tomado de seus habitantes: os elfos.

A guerra contra os hobgoblins que já durava 1000 anos terminou de forma dramática para os elfos. Twor Ironfist, o general bugbear, em uma campanha para unificar as raças goblinóides, resolveu se certificar da presença dos goblinóides encerrando definitivamente a guerra. Os elfos foram massacrados. Lenórienn foi destruída. Os poucos elfos sobreviventes ainda não sabe se a morte seria realmente pior do que a perda de sua pátria. Com a queda, muitas obras-primas da arte élfica podem ter se perdido para sempre, assim como muitas informações sobre sua cultura, já que os elfos costumam se recusar a falar a respeito, deixando muitas perguntas a serem respondidas. E muitas dessas perguntas serão respondidas agora.

Organização Política

O reino de Lenórienn era monárquico, por ser um reino tradicional, não havia nenhum movimento buscando mudança. Seu último soberano foi o Rei Khinlanas. Ele governava Lenórienn como um todo, mas, para facilitar a administração do reino, uma vez que Lenórienn era maior do que se poderia imaginar dado o fato de se misturar completamente com Myrvallar, ela era dividida em partes, tendo como referência a sua importância ou tradição. Essas subdivisões do reino élfico eram chamadas em cada uma delas de uma forma. Porém, o mais comum era chamá-las de províncias. Cada província tinha o seu governante, também chamado de rei pelos seus habitantes, e cada rei de província tinha o seu próprio conselho. É importante salientar que a língua élfica tinha palavras diferentes para designar o rei de província e o Rei, todavia essas diferenças eram tão sutis que não eram notadas por não – elfos. Aos reis de província cabia administrar os assuntos a nível local, e enviar os assuntos de importância maior ao Rei.

O título de rei de província, assim como o de Rei, era adquirido com o nascimento. Ainda que as províncias tivessem liberdade política, quase todas adotavam o modelo de sucessão e governo geral de Lenórienn. O sucessor ao trono era prioritariamente o primogênito, ainda que não houvesse distinção alguma quanto ao sexo. Caso o rei não deixasse herdeiros, sua consorte poderia assumir o trono. A última opção era o conselheiro de maior confiança assumir o trono provisoriamente até encontrarem o parente mais próximo do rei. O procedimento de nomear mulheres para o governo, apear de não ser absoluto, era comum, e muitas lendas cantando as histórias das grandes líderes ainda são ouvidas, assim como de grandes magas, que eram capazes de ser um desafio à alturas dos grandes Talude e Vectorius. Ainda assim, elas costumavam se afastar da interferência direta nas discussões políticas, preferindo a atuação discreta e sutil, e tendo assim, mais tempo para dedicar aos filhos, ainda jovens, e às artes.

Os jovens elfos alcançam a maturidade aos 55 anos, exceto os oriundos de uma província mais afastada, em que os habitantes vivem um pouco mais do que a maioria dos elfos: 4 vezes mais do que um ser humano, contra as 3 vezes habituais dos elfos. Os elfos oriundos dessa província atingem a maturidade aos 72 anos. Ao atingir a maioridade, o jovem sucessor poderia assumir o trono. Em casos assim, era comum se pular uma geração. Caso o regente tivesse um neto, filho de uma filha, quando a criança assumisse a maioridade e ele quisesse se aposentar, o jovem neto assumiria o trono no lugar do pai. Mas caso o neto fosse filho de seu filho, a prioridade estaria com o pai. Quando uma decisão realmente importante era tomada, o Rei convocava os reis de província, que agiam como seus conselheiros.

Devolvendo o “R” ao RPG

Lá estava eu felizinha brincando na internet, quando eu li um arquivo interessantíssimo na RPGMaker Brasil:
Ele se chama “
Botando o “R” de volta mos RPGs
Após lê-lo eu notei que isso não acontece apenas em RPGs de computador, mas também acontece com muita frequência nas nossas mesas.
O fato é que muitas vezes os jogadores(E também o mestre) acabam se esquecendo da interpretação, e o jogo vira um jogo “só de porrada”.
Antes que eu inflame uma briga antiga de RPGistas: Eu nunca joguei storyteller, então, não tenho nada a ver com essa rixa, ok? Jogando D&D é bem possível fazer tramas mito legais com conspiração, drama e MUITA interpretação, sem deixar o bom e velho combate de lado.
Uma coisa que acontece com frequência é o sujeito escrever a história do personagem pensando apenas em ser o “porrador” do grupo, e se esquece do interior do personagem.
Não entendeu? A titia Eirea te explica:
O meu mestre  certa vez me disse que sou uma atriz de RPG (Confundiu ainda mais? Espera…) Ou seja: Eu fazia o personagem pensando em ser o mais profundo possível, e não em ser o apelão. Isso resultou em uma elfa ladina cheia do problemas psicológicos, claustrofóbica, que dorme mal e é beeeeeeem depressiva (Mas nunca EMO), ou seja, ela tem suas fraquezas bem definidas, em um sistema que não usa desvantagem para contar pontos. Isso acaba criando um personagem profundo, apesar de ter pontos fracos que devem ser respeitados. E muitos também acabam ignoram a história do próprio personagem, ou então fazem uma história muito superficial. Poucos sabem o quanto é gratificante escrever a história do seu personagem desde o nascimento, narrar pontos importantes, definir quem marcou suas vidas, e o impacto que tudo isso causou nele(a). Coisas assim acabam definindo as atitudes que o seu personagem virá a tomar.
Exemplo:


Você resolve atacar um goblin. Pergunta: Porquê?

  1. Você é um elfo, e elfos odeiam goblinóides

Tá, e daí?

  1. Porque sim, oras! É cultural!
    Não tem resposta melhor pra dar não?
  2. Porque a aliança negra destruiu Lenórienn, e o despatriou.
    Ao menos você conhece a história de Arton (Nem que seja um pouco)… Mas eu sei que você pode fazer melhor…

Está bem, mas e se você não for um elfo?

  1. Além da destruição de Lenórienn, um goblinóide aleatório fez muito mal ao seu personagem ou a alguém caro a ele e o deixou com raiva.
    Se desenvolver essa idéia melhor, ficaria bem interessante…
  2. Goblinóides são feios
    Sim, eles são… Mas acho que ninguém deve apanhar por ser feio…
  3. Um exército desses verdinhos destruiram a aldeia desse personagem
    Legal… Clássico mas interessante. Se tiver um motivo melhor ainda.
  4. Numa noite de chuva, eles invadiram sua casa e mataram seus pais na sua frente depois ficaram rindo da sua cara
    Vou fazer de conta que essa resposta não foi dada, ok? ¬¬ Tenta de novo.
  5. Porque era minha missão
    Ehr… simples e eficaz. A não ser que o seu personagem deva ter restrições quanto a atacar.
  6. Porque eu quis
    Esse nem se deu ao trabalho de tentar justificar…

Bom, vocês acabaram de conferir uma listinha de motivos possíveis para algo simples como dar porrada em um goblin (Confesso ser realmente divertido). O que eu pretendia com isso? Nem eu sei ao certo. O fato é que definir a história do seu personagem irá também definir como ele vai agir, e suas razões para isso. Isso o torna inclusive mais previsível para os outros jogadores, que podem notar quando você fizer um “improviso” durante uma missão.
Vou usar um exemplo do que aconteceu na nossa quarta aventura (Que logo será postada, assim que o meu namorado me mandar a segunda).
Ao entrarmos em um jantar, com a missão de capturar um certo sujeito, Firlel, o nosso elfo necromante (E também um nobre) após dizer que era um alto conselheiro do rei-imperador Thorm(E sim, ele já foi um dia), ele se apresenta ao anfitrião (o sujeito que deveríamos capturar). Ele o cumprimentou e o ofereceu um presente: minha personagem para fazer companhia a ele essa noite(Momento em que surpreendemos o mestre xD). Então, após um tempo sentada ao lado dele, ela tenta flertar com o guarda, para tirá-lo de lá. Ao ser ignorada, Meldavendea(o nome dela) simula um desmaio com a intenção de ficar a sós com o anfitrião. O resultado no teste de blefar foi tão alto que sequer os outros membros do grupo entenderam o que aconteceu, e pensaram que eles haviam sido descobertos e ela havia sido envenenada. Resumindo: a missão deu errado, em razão da falta de sincronia e de integração entre os próprios personagens.
Agora, caso os personagens membros do grupo já conhecessem o seu estilo de combate, ou o seu modo de improvisar, eles teriam notado que foi apenas uma farsa e seguiriam conforme o planejado, todavia, como o grupo acabou de se reunir, isso é impossível.
Então, alguém diz: mas se vocês não ficassem tão cheio de frescuras com interpretação, isso não teria acontecido. E agora eu o pergunto: E a graça, aonde é que fica?
Vou responder isso com outro exemplo da mesma aventura, com o mesmo casal de personagens.
Melda e Firlel tem uma história antiiiiiiiga… Já foram noivos, e tiveram um fim traumático. Cada um tem uma reação em relação ao outro, e os motivos do jeito de cada um agir estão nas histórias deles. Nas razõe spor terem tomado as atitudes que tomaram, etc… Durante a aventura, já começaram a rolar algumas briguinhas entre eles… Coisinha saudável de casal, sabe? Coisa que só rola em RPGs que fazem jus ao significado da sigla. E é realmente divertido. O mais legal, é que, cedo ou tarde, esses dois vão parar de draminha e se resolverem. De um jeito bem interessante (ou não).


RPG= Role Playing Game, ou seja, Jogo de Interpretação.
Caso tiremos o “R” ficaria:
Playing Game= Jogo Jogável (?) Acho que qualquer jogo é jogável, né?

Isso pode até ser frescura de garota maluca que faz teatro e acaba se empolgando com isso, mas acreditem: desse jeito é beeeeem mais divertido (Só não vale matar o coleguinha ao cometer um erro crítico, ok? 😉 hehehe)

Caso Aline.

Bom, pra começo de conversa, vamos deixar a parte de posts para coisas além de: “Olha que legal, jogamos de novo!”
Então, vamos falar de coisas sérias:
O caso Aline, que após 8 anos foi ressuscitado pelo tribunal, e consequentemente, pela mídia.
Se você esteve em marte a 8 anos atrás, e recentemente resolveu dar uma voltinha por lá, trata-se do caso de assassinato de uma garota (Chamada Aline, olha q legal!), cujo corpo estava nu, sobre uma lápide em um cemitério, em forma de cruz, e com diversas facadas.
Os acusados, segundo a globo, eram parte de um grupo que participou de um (pasmem) ritual macabro(!) chamado RPG. (Sim, foi isso o que disseram.)
Agora…
bom, na madrugada desse domingo, dia 05/07/09, às 05:15AM, eles foram inocentados.
Bom, a mídia quebrou a cara.
Ou não?
Afinal, é difícil que a mídia divulgue isso, e com o espantoso fato de desistirem de procurar o culpado…
O mais maravilhoso é que a maioria das notícias ainda mantêm o seu tom de acusação:
http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=115145
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/07/05/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=117445/em_noticia_interna.shtml

Apesar disso, há um post muito interessante nesse blog, que conta uma visão imparcial da história:
http://guerrasdraconicas.wordpress.com/2009/07/06/justica-para-o-rpg/
Ou seja: Alguém ao menos tenta limpar o nome do RPG.
O fato é que o tabu tem andado maior ainda.
Eu, reles adolescente sem vida social de 16 anos que sou, já tive uma loooooooooonga discussão com minha amada mamãe sobre o RPG.
Eu sou a única garota entre 6 garotos, e jogamos aqui em casa, trancados em um quarto.
Ela acabou adqyuirindo um certo preconceito em relação ao RPG, e nada a faz mudar de opinião. Ainda bem que ela confia em mim, e me deixa jogar (Ainda que de vez em quando ela fique opuvindo as sessões… lalala, né?)
Bom, é uma pena que tenham desistido de procurar o assassino. Pra mim esse nhá está muito estranho.
Agora, é só esperar para ver, né?

http://guerrasdraconicas.wordpress.com/2009/07/06/justica-para-o-rpg/

http://www.taulukko.com.br/blog/grimorium/716

Blog em fase beta

Bom, esse post é pra avisar que o blog ainda não está pronto, afinal, eu fiz como muitas prefeituras: inaugurei ainda em construção.
Então, por favor, seria muito legal haver avisos de erros em qualquer área para que eu conserte, ok?
E qualquer coisa a acrescentar, digam. Eu não me importo com colaborações!
xD
Nhá p vcs